Glossário.
Vinte e dois termos de tecnologia e comunicação que aparecem nesta apresentação, explicados sem jargão. Serve para consulta a qualquer momento. Nenhum termo desta apresentação precisa ser conhecido de antemão.
Os termos, em ordem de uso
Inteligência artificial (IA)
Programa capaz de ler texto em linguagem comum, encontrar o que interessa e escrever uma resposta. Nos produtos desta apresentação, ela lê e organiza, sem decidir.
Software de backoffice
Sistema de uso interno, que o público externo não vê. O juLia é backoffice: serve ao gabinete, não ao cidadão.
Plataforma
Sistema em que várias pessoas ou instituições diferentes trabalham no mesmo ambiente, cada uma com seu perfil e suas permissões.
SaaS
“Software como serviço”. Em vez de comprar um programa e instalá-lo, a instituição assina o uso e acessa pelo navegador. As atualizações são contínuas e não exigem nova compra.
Protótipo
Versão de demonstração, que mostra como o sistema se comportaria sem estar realmente funcionando por trás. As simulações desta apresentação são protótipos, e estão identificadas como tais.
Piloto
Uso real, em escala pequena e controlada, para medir se a solução resolve o problema antes de qualquer decisão de escala.
Visão computacional
Capacidade de um programa analisar imagem ou vídeo e medir o que acontece neles, de um teste esportivo a uma audiência gravada.
Transcrição automática
Conversão de fala em texto. É o que torna uma audiência de quatro horas pesquisável por palavra.
Busca semântica
Busca por significado, e não por palavra exata. Encontra a decisão que trata do mesmo problema mesmo quando usa outras palavras.
Interoperabilidade
Capacidade de dois sistemas diferentes trocarem informação de forma confiável, sem que um precise virar o outro.
API
A “tomada” pela qual um sistema conversa com outro. Quando se fala em integrar o juLia às bases do Tribunal, é disso que se trata.
Arquitetura da informação
A decisão sobre o que aparece primeiro, o que fica em segundo plano e como a pessoa encontra o que procura. É o trabalho invisível que separa um portal usável de um portal abandonado.
Visual law
Uso de tabelas, linhas do tempo, diagramas e ícones para tornar um documento jurídico compreensível a quem não é da área.
Linguagem simples
Escrita com frases curtas, ordem direta e sem jargão desnecessário. Virou política pública com a Lei 15.263/2025.
Dashboard ou painel
Tela que reúne os números que importam para quem decide, atualizados e comparáveis, em vez de relatórios separados.
Business intelligence (BI)
Disciplina de transformar dados dispersos de uma instituição em indicadores que orientam decisão.
Trilha de auditoria
Registro de tudo o que aconteceu em um sistema, quem fez o quê e quando, de forma que não possa ser alterado depois.
Carimbo de tempo e hash
Duas técnicas que juntas provam que um documento existia em determinada data e não foi modificado desde então.
Deploy
Publicar um sistema ou um site para que ele fique acessível. “Pronto para deploy” significa que basta apontar um endereço.
Gamificação
Uso de mecânicas de jogo, como progresso visível, desafio e retorno imediato, para aumentar a chance de alguém concluir uma formação.
CPSI
Contratação Pública de Solução Inovadora. Instrumento da Lei Complementar 182/2021 em que o órgão publica um problema em vez de especificar um produto.
Inexigibilidade
Contratação direta, sem licitação, quando a competição não faria sentido porque o serviço depende de quem o executa. Art. 74, III, da Lei 14.133/2021.