Farol
O painel que reúne as quarenta e duas iniciativas, os marcos, os riscos e as contratações, com uma versão pública derivada, que é exatamente o que o plano promete entregar a cada trimestre.
O que é
O Farol é um painel de gestão: uma tela em que a situação de cada iniciativa do plano aparece com prazo, indicador, responsável e, quando há atraso, a justificativa ao lado.
Tem duas faces. A interna, para a cúpula diretiva e as Reuniões de Análise da Estratégia. E a pública, para o compromisso de prestação de contas trimestral.
O plano assume um compromisso incomum: publicar, a cada trimestre, a situação de todas as iniciativas, e registrar de forma expressa o que atrasou e por quê. É o compromisso mais exposto do documento, porque qualquer desembargador pode conferir sozinho, sem intermediário.
Um painel que mostra atraso com a mesma clareza com que mostra entrega é uma peça de credibilidade antes de ser uma peça de tecnologia. É esse o desenho.
Farol não indica o caminho. Indica onde está o risco e onde está a costa. É o que um painel de gestão faz: não decide, mostra.
O problema que resolve
Hoje a informação sobre execução de plano existe, mas dispersa: planilha de uma secretaria, relatório de outra, ata de reunião, e-mail de cobrança. Montar o retrato do conjunto exige alguém passar uma semana consolidando, e quando fica pronto já envelheceu.
O efeito prático é conhecido: a reunião trimestral vira coleta de dados em vez de decisão. Discute-se qual número está certo, e não o que fazer com ele.
Para a Presidência
Uma tela em que a situação do plano inteiro se lê em dois minutos, com o desvio destacado em vez de escondido.
Para os supervisores
Cada desembargador supervisor vê a sua área, os marcos que se aproximam e o que depende de decisão dele.
Para o Órgão Especial
O relatório sai do painel, e não de uma consolidação feita às pressas na véspera.
Para quem vem depois
Ao fim do biênio, o histórico completo já está registrado, e é a transição documentada que o plano promete.
Veja funcionando
Filtre por dimensão e alterne entre a visão pública e a interna. Os dados são fictícios. o que a simulação mostra é a estrutura da informação e o tratamento dado ao atraso.
Como entraria no Tribunal
Começa por uma dimensão, de preferência a de execução, com a estrutura de dados, as telas e a rotina de coleta definidas junto de quem já produz aquela informação hoje. Daí se estende às demais e se publica a versão pública, com a régua de linguagem para as justificativas de atraso.
A ligação com os dados de andamento das contratações, que é o painel de BI da Dimensão 3, e com o registro de riscos vem em seguida. O que sustenta tudo é a operação trimestral: coletar, conferir, redigir e publicar.
Uma pessoa de referência por dimensão para validar status, e acesso de leitura aos sistemas que já registram andamento de contratação. Nada além disso na primeira fase.
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